Mensagem do Presidente
Este ano de 2009 impõe desafios na gestão do comércio varejista, independente do porte da empresa.
Nós aqui no Estado, devemos estar atentos aos desequilíbrios da economia mundial, por mais que se pense que não seremos atingidos, podemos acabar sendo surpreendidos, como agora com a redução do FPE (Fundo de Participação dos Estados). O governo estadual terá que enxugar a máquina e reduzir gastos com obras, vão ter que mostrar mais transparência nas ações, pois não podem deixar de aplicar na saúde, educação e segurança pública.
É nesses momentos de crise que surge um sentimento pátrio, que fortalece os valores da sociedade, uma força maior para enfrentar as adversidades.
A exposição desses ícones nacionais, como a bandeira e o hino são muito importantes para que o cidadão vista a camisa, literalmente, do seu país e defenda o seu espaço.
Uma nação não pode abrir mão jamais dos seus valores internos, da sua capacidade empreendedora, da sua visão de futuro, da geração de oportunidades e riquezas, de investir maciçamente nas áreas de ciência e tecnologia, para que nos momentos de crise, o país faça valer sua capacidade.
O povo americano serve muito bem de exemplo para todos nós.
Ao visitar os Estados Unidos por diversas vezes, uma coisa sempre me chamou a atenção, as gigantescas bandeiras colocadas em empreendimentos comerciais, nas indústrias, nas repartições públicas, nas áreas de turismo, em todos os lugares. Eles expõem o seu amor à pátria, fazem questão que esse sentimento seja plenamente externado no ponto de vista do comprometimento que eles têm com seu país.
O brasileiro parece que tem medo disso, em muitos momentos se coloca em posição inferior às demandas internacionais, então é preciso que nós tenhamos consciência deste papel e que devamos desenvolver ações cívicas, principalmente na educação.
Por isso que estamos inaugurando na escola do Sesc Mecejana, uma unidade educacional com mais de mil e quinhentos alunos, o espírito de zelo ao símbolo maior do nosso país, a bandeira nacional.
Precisamos desenvolver o patriotismo nos nossos futuros administradores, nos homens e mulheres do amanhã que irão nos conduzir, a uma nova consciência, eu acho que este exemplo poderia ser seguido por todos. Nós não estamos criando ou inovando nada. Muitos países aplicam nas escolas essa noção de civismo como os Estados Unidos da América, entre outros.
Estamos tomando uma posição, cumprindo com o papel que deveria ser do próprio Estado.
Recentemente, estive em Teresina, no Piauí, numa reunião das Federações da Amazônia, e lá, curiosamente, eles iniciam as solenidades oficiais com o hino do Estado do Piauí.
Foi uma solenidade muito bonita, diferente. Aqui no nosso estado poucos roraimenses conhecem o seu hino.
Vamos cultivar com mais afinco nossos ícones nacionais e repassar aos nossos filhos e netos. Com isso, fortaleceremos nosso Estado e nosso País com cidadãos mais engajados com sua pátria.
ANTONIO AIRTON OLIVEIRA DIAS
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Última atualização (Ter, 07 de Abril de 2009 20:49)





