O rombo no Panamericano

Em artigo publicado hoje no Jornal do Commercio, Antonio Oliveira Santos, presidente da CNC, analisa o funcionamento do sistema financeiro nacional, partindo do caso mais recente, do banco Panamericano. Para ele, o problema está na falta de fiscalização e de regulação dos bancos, como ocorreu nos EUA. “Ao que se sabe, na raiz desses acontecimentos, há uma indesculpável impunidade dos infratores, principalmente dos auditores externos”, escreve
Oliveira Santos.
De acordo com o presidente da CNC, não basta saber que a falha foi amparada pela Caixa Econômica e coberta pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos), mas também como foram feitas e quais os responsáveis pelas fraudes, para que haja uma punição exemplar e não se qualifique a co-responsabilidade das autoridades. “Apesar de todas as explicações que se procuram dar ao caso, ficou no ar uma pergunta que não quer
calar: Como é possível liquidar um empréstimo de R$ 3,8 bilhões, mediante o
pagamento de R$ 450 milhões, pouco mais de 10% da dívida? Qual foi a mágica?”, questiona Oliveira Santos.
Oliveira Santos.
De acordo com o presidente da CNC, não basta saber que a falha foi amparada pela Caixa Econômica e coberta pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos), mas também como foram feitas e quais os responsáveis pelas fraudes, para que haja uma punição exemplar e não se qualifique a co-responsabilidade das autoridades. “Apesar de todas as explicações que se procuram dar ao caso, ficou no ar uma pergunta que não quer
calar: Como é possível liquidar um empréstimo de R$ 3,8 bilhões, mediante o
pagamento de R$ 450 milhões, pouco mais de 10% da dívida? Qual foi a mágica?”, questiona Oliveira Santos.
Antonio Oliveira Santos
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